quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Charles Aznavour - SHE .
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She may be the face I can't forget,
Ela, talvez o rosto que eu não posso esquecer
A trace of pleasure or regret,
Um traço de prazer ou arrependimento
May be my treasure or
Talvez meu tesouro ou
The price I have to pay.
O preço que eu tenho que pagar
She may be the song that summer sings,
Ela... talvez a música dos cantores do verão
May be the chill that autumn brings,
Talvez o arrepio que o outono traz
May be a hundred different things
Talvez uma centena de coisas diferentes
Within the measure of a day.
No âmbito de um dia
She may be the beauty or the beast,
Ela.. .Talvez a bela ou a fera
May be the famine or the feast,
Talvez a fome ou a festa
May turn each day into a
Pode transformar cada dia em um
Heaven or a hell.
Céu ou um inferno
She may be the mirror of my dream,
Ela... Talvez o espelho dos meus sonhos
A smile reflected in a stream,
Um sorriso refletido num riacho
She may not be what she may seem
Ela pode não ser o que parece
Inside her shell.
Dentro de sua concha
She who always seems so happy in a crowd,
Ela... Que sempre parece tão feliz na multidão
Whose eyes can be so private and so proud,
Da qual os olhos podem ser tão particulares e tão orgulhosos
No one's allowed to see them
A ninguém é permitido vê-los
When they cry.
Quando eles choram
She may be the love that cannot hope to last,
Ela... Talvez o amor que não pode esperar
May come to me from shadows of the past,
Pode vir a mim das sombras do passado
That I remember till the day I die.
Que eu me lembrarei até o dia em que eu morrer
She may be the reason I survive,
Ela... Talvez a razão pela qual eu sobrevivo
The why and wherefore I'm alive,
O porquê e o motivo pelo qual estou vivo
The one I'll care for through the
A única pela qual eu me preocupo através
Rough and rainy years.
dos anos secos ou chuvosos
Me, I'll take her laughter and her tears
Eu tomarei suas risadas e suas lágrimas
And make them all my souvenirs
E farei delas meus souvenirs
For where she goes I've got to be.
Para onde ela for eu tenho de estar
The meaning of my life is she, she, she--.
O sentido da minha vida é... Ela... Ela... Ela!
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She may be the face I can't forget,
Ela, talvez o rosto que eu não posso esquecer
A trace of pleasure or regret,
Um traço de prazer ou arrependimento
May be my treasure or
Talvez meu tesouro ou
The price I have to pay.
O preço que eu tenho que pagar
She may be the song that summer sings,
Ela... talvez a música dos cantores do verão
May be the chill that autumn brings,
Talvez o arrepio que o outono traz
May be a hundred different things
Talvez uma centena de coisas diferentes
Within the measure of a day.
No âmbito de um dia
She may be the beauty or the beast,
Ela.. .Talvez a bela ou a fera
May be the famine or the feast,
Talvez a fome ou a festa
May turn each day into a
Pode transformar cada dia em um
Heaven or a hell.
Céu ou um inferno
She may be the mirror of my dream,
Ela... Talvez o espelho dos meus sonhos
A smile reflected in a stream,
Um sorriso refletido num riacho
She may not be what she may seem
Ela pode não ser o que parece
Inside her shell.
Dentro de sua concha
She who always seems so happy in a crowd,
Ela... Que sempre parece tão feliz na multidão
Whose eyes can be so private and so proud,
Da qual os olhos podem ser tão particulares e tão orgulhosos
No one's allowed to see them
A ninguém é permitido vê-los
When they cry.
Quando eles choram
She may be the love that cannot hope to last,
Ela... Talvez o amor que não pode esperar
May come to me from shadows of the past,
Pode vir a mim das sombras do passado
That I remember till the day I die.
Que eu me lembrarei até o dia em que eu morrer
She may be the reason I survive,
Ela... Talvez a razão pela qual eu sobrevivo
The why and wherefore I'm alive,
O porquê e o motivo pelo qual estou vivo
The one I'll care for through the
A única pela qual eu me preocupo através
Rough and rainy years.
dos anos secos ou chuvosos
Me, I'll take her laughter and her tears
Eu tomarei suas risadas e suas lágrimas
And make them all my souvenirs
E farei delas meus souvenirs
For where she goes I've got to be.
Para onde ela for eu tenho de estar
The meaning of my life is she, she, she--.
O sentido da minha vida é... Ela... Ela... Ela!
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
DJALMA MARANHÃO ... DE PÉ NO CHÃO TAMBÉM SE APRENDE A LER .
O Presidente Goulart e o Prefeito Djalma Maranhão / FOTO : REPRODUÇÃO
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No 1° vídeo o BOM DIA RN faz homenagem ao 40° aniversário da passagem de Djalma Maranhão para o Reino dos Céus.
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Nos demais vídeos, num total de cinco, outras reportagens sobre o método que ganhou as páginas das UNIVERSIDADES.
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Ouça (abaixo) homenagens e discursos de DJALMA MARANHÃO .
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LINK :
http://www.dhnet.org.br/educar/penochao/audios.htm
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Renda líquida da abertura da ARENA DAS DUNAS foi R$ 167 mil
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Leia a matéria publicada
no NOVO JORNAL
Renda líquida da abertura da arena foi de R$ 167 mil
BORDERÔ DA RODADA DUPLA DESTE DOMINGO (26) APONTAVA A PRESENÇA DE 16.552 PAGANTES (TOTAL DE 19.244 PESSOAS) PARA UMA RENDA BRUTA DE R$ 469.203,00
Em seu primeiro evento prático a Arena das Dunas
mostrou um alto custo de operação. A organização
da rodada dupla (América 2 x 0 Confiança e
ABC 2 x 0 Alecrim) teve nada menos que
R$ 301 mil de despesas, o que fez a renda
líquida despencar 65% em relação ao faturamento
bruto.
mostrou um alto custo de operação. A organização
da rodada dupla (América 2 x 0 Confiança e
ABC 2 x 0 Alecrim) teve nada menos que
R$ 301 mil de despesas, o que fez a renda
líquida despencar 65% em relação ao faturamento
bruto.
O borderô da rodada dupla deste domingo (26)
aponta a presença de 16.552 pagantes
(total de 19.244 pessoas) para uma renda
bruta de R$ 469.203,00.
aponta a presença de 16.552 pagantes
(total de 19.244 pessoas) para uma renda
bruta de R$ 469.203,00.
Descontadas as despesar (R$ 301.302,39), a renda
líquida cai para R$ 167.927,61. O valor representa
apenas 35% do total, o que significa dizer que houve
um custo de operação de 65% do montante inicial.
líquida cai para R$ 167.927,61. O valor representa
apenas 35% do total, o que significa dizer que houve
um custo de operação de 65% do montante inicial.
Salgado
FONTE: NOVO JORNAL / Texto de autoria
do jornalista Luan Xavier.
do jornalista Luan Xavier.
BARATA, ex-ABC FC , Mérida, Braga , FLUMINENSE e Tenerife. RECORDANDO UM FILHO DA TERRA POTIGUAR .
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FOTO (acima ): autor desconhecido / reprodução. .

1) O personagem deste domingo no Memória Esportiva está na lembrança recente do torcedor potiguar. Com fama de goleador, João Maria Menezes de Bezerra, o famoso Barata, foi artilheiro por praticamente todos os times por onde passou. Tendo iniciado a vida no futebol no Rio de Janeiro, hoje Barata presta serviços a uma empresa internacional que cuida da transferência de promessas do futebol brasileiro para o mercado europeu, principalmente. Com uma vida financeira estável, hoje ele lamenta pelos amigos que deixaram passar as oportunidades e não se prepararam para a vida pós-futebol.
2) Barata foi o maior goleador potiguar no continente europeu, com cerca de 100 gols marcados por Mérida, Braga e Tenerife, clube onde é idolatrado até hoje. A ligação com a Espanha, mais precisamente, é tanta que hoje o ex-jogador recebeu um convite de uma empresa de representação e assessoria de jogadores, a Holding Sports, que atua em vários continentes com o intuito de descobrir potenciais jogadores para o futebol europeu. O trabalho na empresa lhe rende uma vida estável, coisa que já havia conquistado desde que saiu do Brasil. Ele lembra, porém, que nem todos conseguem isso. "A gente fica muito triste pelos companheiros que ficaram pelo caminho, tiveram tudo para ter uma vida boa fora do futebol, mas hoje a gente vê em situações difíceis", diz.
3) Ele salienta que boa parte da culpa dessa triste realidade que assombra os ex-atletas é do próprio jogador. "Muitos a culpa é de si mesmo. Muitos não se preocupam para depois de parar, só pensam em aproveitar aquele momento. Muitos só pensam em mulheres, bebidas, drogas, essas coisas", diz. À medida do possível, ele diz que tenta dar um auxílio aos colegas. "A gente procura ajudar de uma maneira ou de outra", revela.
4) De folga do trabalho e com uma vista privilegiada para um dos palcos onde teve algumas das maiores alegrias da carreira, Barata afirma que sua maior satisfação no futebol foi ter conseguido se destacar no futebol da Europa, tarefa difícil para muitos desconhecidos que protagonizam uma verdadeira peregrinação para fora do Brasil todos os anos. Do Machadão ele guarda apenas lembranças boas e já a saudade do em breve demolido João Machado. "Vou filmar tudo daqui. É muito triste, tem muita história ali dentro. Muita coisa mesmo", diz. Hoje, além do trabalho de caçar talentos, Barata se dedica à faculdade de Educação Física e aos interesses do filho Joan, de 18 anos, que nesta temporada vai disputar a segunda divisão do Campeonato Espanhol pelo Rayo Vallecano.
Carreira começou no Itaperuna-RJ
5) Hoje a vida de Barata está estabilizada. Vale lembrar, porém, que nem sempre foi assim. O próprio "nascimento" do ex-atacante no futebol foi arriscado. Aos 15 anos, o potiguar de Carnaubais aceitou o convite para assistir a uma cerimônia de casamento de uma prima no Rio de Janeiro e decidiu ficar por lá mesmo. "Eu tinha o pensamento já de fazer alguns testes em alguns clubes de lá", conta. Tentou entrar no Botafogo, onde se destacou. Lá, entretanto, teria que esperar uma nova oportunidade para tentar integrar a equipe Sub-15 do time da estrela solitária. Foi então "remanejado" para o Itaperuna, onde iniciou a carreira de goleador. "Fiquei lá para disputar o (Campeonato Carioca) Sub-15 e fiz 19 gols", lembra.
6) O destaque rendeu promoção ao time de juniores. Após nova boa campanha no campeonato de base enfim ganhou espaço no Rio Grande do Norte e veio para o ABC em 1994, onde foi bicampeão Potiguar em 1995. Retornou ao futebol carioca no ano seguinte, novamente pelo Itaperuna, onde foi um dos artilheiros da competição, perdendo apenas para Romário, Renato Gaúcho e Túlio Maravilha. No Brasil jogou ainda por Fluminense e Guarani, de onde conseguiu o passaporte para o futebol europeu.
7) No velho mundo foi artilheiro no Mérida da Espanha, tendo em 1999 conseguido a melhor média de todas as divisões do Campeonato Espanhol, com 17 gols em 18 jogos. Após ter sido comprado pelo La Coruña, foi emprestado ao Tenerife, clube onde marcou 25 gols no campeonato de 1999, teve seu passe comprado em definitivo e hoje é idolatrado. "Se eu for hoje lá no Tenerife é uma coisa de louco", comenta. Jogou também no futebol português, pelo Sporting Braga, onde mantém até hoje o recorde de último jogador a marcar cinco gols em uma partida - Braga 5x3 Alverca, última partida da temporada 2011/2002.
8) Voltou ao Brasil, onde ainda jogou pela Ponte Preta antes de voltar ao ABC. Faturou o último título alvinegro no estádio Machadão, em 2005, e encerrou a carreira aos 34 anos.
FONTE :
FOTO (acima ): autor desconhecido / reprodução. .
1) O personagem deste domingo no Memória Esportiva está na lembrança recente do torcedor potiguar. Com fama de goleador, João Maria Menezes de Bezerra, o famoso Barata, foi artilheiro por praticamente todos os times por onde passou. Tendo iniciado a vida no futebol no Rio de Janeiro, hoje Barata presta serviços a uma empresa internacional que cuida da transferência de promessas do futebol brasileiro para o mercado europeu, principalmente. Com uma vida financeira estável, hoje ele lamenta pelos amigos que deixaram passar as oportunidades e não se prepararam para a vida pós-futebol.
2) Barata foi o maior goleador potiguar no continente europeu, com cerca de 100 gols marcados por Mérida, Braga e Tenerife, clube onde é idolatrado até hoje. A ligação com a Espanha, mais precisamente, é tanta que hoje o ex-jogador recebeu um convite de uma empresa de representação e assessoria de jogadores, a Holding Sports, que atua em vários continentes com o intuito de descobrir potenciais jogadores para o futebol europeu. O trabalho na empresa lhe rende uma vida estável, coisa que já havia conquistado desde que saiu do Brasil. Ele lembra, porém, que nem todos conseguem isso. "A gente fica muito triste pelos companheiros que ficaram pelo caminho, tiveram tudo para ter uma vida boa fora do futebol, mas hoje a gente vê em situações difíceis", diz.
3) Ele salienta que boa parte da culpa dessa triste realidade que assombra os ex-atletas é do próprio jogador. "Muitos a culpa é de si mesmo. Muitos não se preocupam para depois de parar, só pensam em aproveitar aquele momento. Muitos só pensam em mulheres, bebidas, drogas, essas coisas", diz. À medida do possível, ele diz que tenta dar um auxílio aos colegas. "A gente procura ajudar de uma maneira ou de outra", revela.
4) De folga do trabalho e com uma vista privilegiada para um dos palcos onde teve algumas das maiores alegrias da carreira, Barata afirma que sua maior satisfação no futebol foi ter conseguido se destacar no futebol da Europa, tarefa difícil para muitos desconhecidos que protagonizam uma verdadeira peregrinação para fora do Brasil todos os anos. Do Machadão ele guarda apenas lembranças boas e já a saudade do em breve demolido João Machado. "Vou filmar tudo daqui. É muito triste, tem muita história ali dentro. Muita coisa mesmo", diz. Hoje, além do trabalho de caçar talentos, Barata se dedica à faculdade de Educação Física e aos interesses do filho Joan, de 18 anos, que nesta temporada vai disputar a segunda divisão do Campeonato Espanhol pelo Rayo Vallecano.
Carreira começou no Itaperuna-RJ
5) Hoje a vida de Barata está estabilizada. Vale lembrar, porém, que nem sempre foi assim. O próprio "nascimento" do ex-atacante no futebol foi arriscado. Aos 15 anos, o potiguar de Carnaubais aceitou o convite para assistir a uma cerimônia de casamento de uma prima no Rio de Janeiro e decidiu ficar por lá mesmo. "Eu tinha o pensamento já de fazer alguns testes em alguns clubes de lá", conta. Tentou entrar no Botafogo, onde se destacou. Lá, entretanto, teria que esperar uma nova oportunidade para tentar integrar a equipe Sub-15 do time da estrela solitária. Foi então "remanejado" para o Itaperuna, onde iniciou a carreira de goleador. "Fiquei lá para disputar o (Campeonato Carioca) Sub-15 e fiz 19 gols", lembra.
6) O destaque rendeu promoção ao time de juniores. Após nova boa campanha no campeonato de base enfim ganhou espaço no Rio Grande do Norte e veio para o ABC em 1994, onde foi bicampeão Potiguar em 1995. Retornou ao futebol carioca no ano seguinte, novamente pelo Itaperuna, onde foi um dos artilheiros da competição, perdendo apenas para Romário, Renato Gaúcho e Túlio Maravilha. No Brasil jogou ainda por Fluminense e Guarani, de onde conseguiu o passaporte para o futebol europeu.
7) No velho mundo foi artilheiro no Mérida da Espanha, tendo em 1999 conseguido a melhor média de todas as divisões do Campeonato Espanhol, com 17 gols em 18 jogos. Após ter sido comprado pelo La Coruña, foi emprestado ao Tenerife, clube onde marcou 25 gols no campeonato de 1999, teve seu passe comprado em definitivo e hoje é idolatrado. "Se eu for hoje lá no Tenerife é uma coisa de louco", comenta. Jogou também no futebol português, pelo Sporting Braga, onde mantém até hoje o recorde de último jogador a marcar cinco gols em uma partida - Braga 5x3 Alverca, última partida da temporada 2011/2002.
8) Voltou ao Brasil, onde ainda jogou pela Ponte Preta antes de voltar ao ABC. Faturou o último título alvinegro no estádio Machadão, em 2005, e encerrou a carreira aos 34 anos.
FONTE :
TEXTO DE AUTORIA do jornalista Luan Xavier para o Diário de Natal
domingo, 26 de janeiro de 2014
sábado, 25 de janeiro de 2014
História revelada: o dia em que o nazismo usou o futebol no Brasil .
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FONTE :
http://esporte.uol.com.br/ultimas-noticias/2014/01/21/futebol-nazismo-e-maus-tratos-no-interior-do-brasil.htm
Do UOL, em São Paulo
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O TEXTO a seguir é de autoria da UOL
O Brasil já teve um time nazista. A história foi revelada nesta terça-feira ( 21.01.2014) em reportagem publicada no site da emissora inglesa BBC. Foi na década de 1930, em uma fazenda no interior de São Paulo. A equipe, que tirou foto com uma suástica na bandeira, inclusive chegou a formar um atleta, Agemiro dos Santos, que mais tarde vestiu importantes camisas do futebol brasileiro como Fluminense, Botafogo e Vasco.
A história da equipe tem capítulos de desrespeito aos direitos humanos. De acordo com a reportagem da BBC, a matéria-prima do time eram garotos com cerca de 10 anos recolhidos em orfanatos do Rio de Janeiro. Levados para a fazenda que fica a 160 quilômetros de São Paulo as crianças eram submetidas a castigos e trabalhos forçados.
A foto da equipe junto à bandeira com o símbolo da suástica foi encontrada por José Ricardo Rosa Maciel, que não fazia a menor ideia da origem da imagem nem a situação que os jogadores enfrentavam. A estimativa é que seja da década de 1930. O futebol era o único momento de alívio dos garotos na rotina de trabalho e punições que iam de ficar sem comida até golpes palmatória.
Agemiro, hoje com 89 anos, lembra que havia campeonatos e o time era bom. Mas a rotina puxada e violenta se tornou insuportável e ele fugiu. Voltou para o Rio de Janeiro e depois de perambular pelas ruas, virou entregador de jornal. Quando adulto se tornou jogador de futebol atuando pelo Fluminense, Vasco e Botafogo.
A carreira foi interrompida em 1942, quando entrou para Marinha e lutou na Segunda Guerra Mundial contra a Alemanha de Hitler. A tarefa era caçar submarinos nazistas.
Pelo menos era um trabalho considerado profissional, adjetivo que não se aplicava ao futebol. Agemiro lembra que naquele tempo o esporte era amador e os jogadores eram entregadores de jornal e engraxates.
Tanto tempo passado desde os dias na fazenda não fizeram Agemiro esquecer os tempos difíceis na fazenda que mais parecia um campo de concentração. "Todo mundo que diz que teve somente dias felizes está mentindo porque todo mundo tem momentos difíceis na vida."
A matéria da BBC informa que a fazenda no interior pertencia a abastada família Rocha Miranda, do Rio de Janeiro. Além da foto do time com a bandeira contendo a suástica, outros elementos comprovam o alinhamento ao nazismo que havia na propriedade. Certa vez os porcos derrubaram parte do chiqueiro e os tijolos tinham a suásticas. O gado também era marcado com o símbolo. Agemiro lembra que havia fotos de Hitler e que em certos momentos precisava fazer saudações a ele, algo que não entendiam o motivo.
Um descendente da família Rocha Miranda negou à BBC que os garotos fossem mantidos como quase escravos.
.FONTE :
http://esporte.uol.com.br/ultimas-noticias/2014/01/21/futebol-nazismo-e-maus-tratos-no-interior-do-brasil.htm
Do UOL, em São Paulo
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21.jan.2014 - Reprodução de imagem mostra time da década de 1930 no interior paulista que tinha suástica como símbolo
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Valsa Royal Cinema . TONHECA DANTAS =. VÌDEO + BIOGRAFIA .
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Tonheca Dantas
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POR
Wikipédia, a enciclopédia livre.
Tonheca Dantas. Antônio Pedro Dantas (1871-1940), era filho de João José Dantas e da escrava alforriada Vicência Maria do Espírito Santo, natural de Carnaúba dos Dantas, Rio Grande do Norte, Brasil.
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Tonheca Dantas, como era conhecido, foi músico, compositor e maestro, sendo autor de uma obra de mais de mil peças musicais.
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Despertou o gosto pela música desde criança, aprendendo com os irmãos em uma banda de música da sua cidade.
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Jamais teve formação superior como músico, era autodidata.
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Em 1898 foi contratado como maestro da Banda de Música da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, função que exerceu por três anos. Em 1903, mudou-se para Belém do Pará, sendo contratado como regente da Banda de Música do Corpo de Bombeiros.
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Em 1910, foi para a Paraíba onde regeu as bandas de música das cidades de Alagoa Grande e Alagoa Nova. Retornou definitivamente em 1911 para Natal, onde passou a integrar a Banda de Música da Polícia Militar.
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Foi compositor de uma vasta obra até hoje executada pelas bandas filarmônicas Brasil a fora e até mesmo no exterior, é de sua autoria a Valsa Royal Cinema, que compôs para um cinema da cidade de Natal, pertencente a um amigo. Esta valsa foi tocada exaustivamente pela Rádio BBC de Londres, durante a Segunda Guerra Mundial, infelizmente executada como sendo de “autor desconhecido”.
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Suas composições eram principalmente valsas, mas também dobrados, maxixes, hinos, xotes, polcas, marchas e outros gêneros musicais orquestrados.
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São obras famosas também a Valsa Delírio, a suíte Melodia do Bosque, Valsa A Desfolhar Saudades, a marcha solene Republicana e o dobrado Tenente José Paulino.
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O ex-prefeito de Natal na década de 60, Djalma Maranhão, costumava chamar Tonheca Dantas de Strauss Papa-Jerimum.
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O governo do Estado do Rio Grande do Norte prestou-lhe uma homenagem com a inauguração da Sala Tonheca Dantas, no Teatro Alberto Maranhão. Cláudio Galvão, em sua biografia sobre o maestro conta esse episódio ocorrido no teste para maestro da Banda de Música da PMRN, em 1898: Em seguida foi a vez de Tonheca Dantas. O comandante lhe entregou uma partitura diferente da primeira e perguntou ao candidato qual o instrumento que iria escolher. ‘Qualquer um…’ respondeu. ‘O Sr. Diga qual o que quer’. Os membros da comissão se entreolharam, surpresos com a audácia daquele sertanejo moreno e franzino e resolveram por a prova seus conhecimentos mandando que fosse tocando a peça nos diversos instrumentos da banda.
FONTE =
Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Tonheca Dantas
FOTO (acima) = reprodução.
Tonheca Dantas
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POR
Wikipédia, a enciclopédia livre.
Tonheca Dantas. Antônio Pedro Dantas (1871-1940), era filho de João José Dantas e da escrava alforriada Vicência Maria do Espírito Santo, natural de Carnaúba dos Dantas, Rio Grande do Norte, Brasil.
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Tonheca Dantas, como era conhecido, foi músico, compositor e maestro, sendo autor de uma obra de mais de mil peças musicais.
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Despertou o gosto pela música desde criança, aprendendo com os irmãos em uma banda de música da sua cidade.
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Jamais teve formação superior como músico, era autodidata.
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Em 1898 foi contratado como maestro da Banda de Música da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, função que exerceu por três anos. Em 1903, mudou-se para Belém do Pará, sendo contratado como regente da Banda de Música do Corpo de Bombeiros.
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Em 1910, foi para a Paraíba onde regeu as bandas de música das cidades de Alagoa Grande e Alagoa Nova. Retornou definitivamente em 1911 para Natal, onde passou a integrar a Banda de Música da Polícia Militar.
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Foi compositor de uma vasta obra até hoje executada pelas bandas filarmônicas Brasil a fora e até mesmo no exterior, é de sua autoria a Valsa Royal Cinema, que compôs para um cinema da cidade de Natal, pertencente a um amigo. Esta valsa foi tocada exaustivamente pela Rádio BBC de Londres, durante a Segunda Guerra Mundial, infelizmente executada como sendo de “autor desconhecido”.
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Suas composições eram principalmente valsas, mas também dobrados, maxixes, hinos, xotes, polcas, marchas e outros gêneros musicais orquestrados.
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São obras famosas também a Valsa Delírio, a suíte Melodia do Bosque, Valsa A Desfolhar Saudades, a marcha solene Republicana e o dobrado Tenente José Paulino.
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O ex-prefeito de Natal na década de 60, Djalma Maranhão, costumava chamar Tonheca Dantas de Strauss Papa-Jerimum.
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O governo do Estado do Rio Grande do Norte prestou-lhe uma homenagem com a inauguração da Sala Tonheca Dantas, no Teatro Alberto Maranhão. Cláudio Galvão, em sua biografia sobre o maestro conta esse episódio ocorrido no teste para maestro da Banda de Música da PMRN, em 1898: Em seguida foi a vez de Tonheca Dantas. O comandante lhe entregou uma partitura diferente da primeira e perguntou ao candidato qual o instrumento que iria escolher. ‘Qualquer um…’ respondeu. ‘O Sr. Diga qual o que quer’. Os membros da comissão se entreolharam, surpresos com a audácia daquele sertanejo moreno e franzino e resolveram por a prova seus conhecimentos mandando que fosse tocando a peça nos diversos instrumentos da banda.
FONTE =
Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Tonheca Dantas
FOTO (acima) = reprodução.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
ESTÁDIOS Castelão, Machadão e Juvenal Lamartine .... HISTÓRIAS e SAUDADES dos momentos vividos .
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Vamos rever 4 vídeos publicados em 2013.
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CONCLUSÃO DA DEMOLIÇÃO do ESTÁDIO (vídeo acima)............................ Veja (no vídeo abaixo) alguns minutos daquele que foi um dos últimos jogos.
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Neste último vídeo, observe que a TV filma os bastidores da partida, iniciando seu trabalho ao mostrar o ESTÁDIO visto do lado de fora e depois os detalhes dos bastidores.
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Neste último vídeo, observe que a TV filma os bastidores da partida, iniciando seu trabalho ao mostrar o ESTÁDIO visto do lado de fora e depois os detalhes dos bastidores.
PREÇO dos INGRESSOS e LOCAIS DE COMPRA. Inauguração do ARENA DAS DUNAS .
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Nos setores LESTE e OESTE, os ingressos vão custar R$70,00 (inteira) e R$35,00 (meia).
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Para as regiões intermediárias, que ficam abaixo dos telões, os valores serão R$50,00 (inteira) e R$25,00 (meia).
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Já para os assentos localizados por trás dos gols nos setores NORTE e SUL, o valor será de R$40,00 (inteira) e R$20,00 ( meia ).
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As vendas serão realizadas em sete pontos da cidade.
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No site da Arena das Dunas ou na própria arena, que contêm dois centros de bilhetagem, com nove cabines de vendas (cada uma);
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No quiosque do América-RN no shopping Cidade Jardim, na zona Sul de Natal;
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Na sede social do América-RN, na avenida Rodrigues Alves;
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Na loja oficial do ABC, que fica na avenida Prudente de Morais;
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Nas bilheterias do Estádio Frasqueirão, na rota do Sol.
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e
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LANCHONETE PITTISBURG ( filiais de Ponta Negra e Petrópolis.
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