quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

VÍDEO dos gols : GLOBO 2 x 0 ABC FC .

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RIVELINO com a camisa do ABC FC .

FOTO : CEDIDA ( autor desconhecido ) 

Esta foto é do arquivo do DENTINHO, ex-atacante do ABC FC . 

No próximo domingo falarei da escalação completa e do jogo FESTIVO e AMISTOSO com Rivelino vestindo a camisa do ABC FC.

OBS: RECEBO suaves reclamações dos amigos e internautas sobre qual a razão do nosso BLOG não publicar notícias do ABC FC. A explicação é simples... O NOSSO FOCO é o ABC FC do passado, já tem muita gente cobrindo o ABC do presente.
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Sobre o ABC FC atual, 
apenas vídeos + ficha técnica de jogo

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Clube chileno é punido por fazer alusão a antigo mapa da Palestina.

camisa clube deportivo palestino número 1 (Foto: Agência AFP)Camisa do Palestino: clube foi multado por utilizar mapa da Palestina no lugar do número "1" (Foto: Agência AFP).

O Palestino, equipe fundada em 1920 pela comunidade palestina que vive no Chile, foi punido pela federação de futebol do país por usar camisas cujo número 1 tinha o formato do mapa da Palestina antes da criação de Israel. O clube foi multado em 1.300 dólares (cerca de R$ 3 mil) após atuar com o uniforme em três partidas.

A sanção foi aplicada graças ao dono do também chileno Nublense, Patrick Kiblisky, que ingressou com uma ação na Justiça contra o Palestino. "Nós não podemos aceitar o envolvimento do futebol com política e religião", explicou Kiblisky.

A Federação Chilena explicou que aplicou a punição por ser contra "qualquer forma de discriminação política, religiosa, sexual, étnica, social ou racial".

A página do Palestino no Facebook evidencia a postura do clube em relação à criação de Israel, aprovada pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1947. "Para nós, a Palestina livre sempre será a Palestina histórica, nada menos".

FONTE: GAZETA .
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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

10 canções obrigatórias para entender o samba.

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Seleção tem de Donga e Ataulfo Alves a Nelson Sargento, que faz show em São Paulo

O texto a seguir é de autoria de Alvaro Costa e Silva ( site IG ) 




Wikimedia Commons
O sambista Nelson Sargento

Para se ter uma ideia da riqueza musical do samba, basta dizer que a bossa nova, internacionalmente conhecida por misturar nele ingredientes do jazz, é apenas um dos mais de 30 subgêneros que essa espécie de gênero-ônibus comporta em harmonia ou (muitas vezes) em fusão.
Anote aí: samba batido; samba corrido; samba de roça ou rural; samba raiado; samba de roda; samba de terreiro ou de quadra; samba de partido alto; samba-canção; samba sincopado; samba de gafieira; samba de enredo; samba exaltação; samba de breque; samba-coco; samba-joia; sambalanço; samba-rock etc etc etc.

É a partir dessa variedade que um compositor como Padeirinho, de Mangueira, pôde afirmar que “até um inocente sabe o que é sambar”.
Abaixo, uma lista, em ordem cronológica de gravação, com 10 canções para entender o samba - entre os quais um de Nelson Sargento, que, ao lado de Agenor de Oliveira, se apresenta na Caixa Cultural São Paulo (pça. da Sé, 111, SP) nesta sexta (às 19h), no sábado (18h) e no domingo (18h), com entrada gratuita.
"Pelo Telefone" (1917), de Donga e Mauro de Almeida
Primeira composição a ser registrada como samba, é desde então objeto de controvérsia – para muitos pesquisadores nem samba é, e sim um maxixe disfarçado –, o que de certa maneira lhe confere um charme especial. O mais provável é que tenha surgido numa roda de batuque, com diversos participantes improvisando versos e melodias. Teriam participado dessa reunião, na famosa casa da baiana Tia Ciata, na região da antiga Praça Onze, sambistas como Germano Lopes da Silva, Hilário Jovino Ferreira, João da Mata, Sinhô, entre outros que aprontavam na chamada Pequena África carioca no início do século 20. O jornalista Mauro de Almeida, o popular Peru dos Pés Frios, que assina a composição com Donga, admitiu ter sido apenas o “arreglador” dos versos.

"Jura"  (1929), de Sinhô
Mais famosa composição de Sinhô, exímio pianista que ganhou epíteto que resume sua importância nesses anos pioneiros do ritmo: o Rei do Samba. Ainda marcada pela influência do maxixe, suas melodias eram simples e, ao mesmo tempo, originais, caindo no gosto do público. “Jura”, além do forte refrão, mostra um verso malicioso e mui atrevido para a época: “Um beijo puro na catedral do amor”. Recentemente Zeca Pagodinho regravou a música, com o mesmo impacto de antes.

"Se Você Jurar"  (1931), de Ismael Silva, Nilton Bastos e Francisco Alves
Este é um clássico surgido no meio daqueles que revolucionaram a música brasileira ao formatar o samba como gênero urbano genuinamente carioca, quase da mesma maneira como o conhecemos ainda hoje. Foi no fim da década de 1920 e início da de 1930, quando a Turma do Estácio – jovens na casa dos 20 anos, a maioria negros e mulatos, sem ocupação definida – começou a compor num ritmo menos sincopado, para facilitar a fluidez do desfile das escolas de samba, que também surgiam nessa época. À dupla Ismael Silva-Nilton Bastos junta-se na parceria o cantor Francisco Alves que, esperto, sentiu o enorme potencial daquele tipo de música nascente, levando-a para o rádio.

"Agora é Cinza"  (1934), de Alcebíades (Bide) Barcelos e Armando Marçal
Outra dupla do Estácio, cujas composições primam pela incrível linha melódica, capaz de fazer um Cole Porter morrer de inveja. Como era comum na época, cada parceiro se incumbe de uma parte da música – só que Bide e Marçal, ambos percussionistas de primeira, tinham tanta identidade de estilo que o conjunto se ajusta à perfeição. “Agora é Cinza” foi o campeão do Carnaval de 1934 e até hoje é lembrado como um dos maiores sambas de todos os tempos. Com justiça.

"Adeus Batucada"  (1935), de Sinval Silva
De maldade, diziam que ela não sabia cantar samba direito. Mas, em verdade, Carmen Miranda, ao lado de Mário Reis, foi a primeira cantora brasileira a valorizar o gênero, percebendo, ainda no fim dos anos 1920, todo o tesouro que ali havia. E fez isso com perfeito domínio da voz, acrescentando uma picardia só dela. “Adeus Batucada”, apesar de tom sentimental e algo choroso, demonstra tudo isso. Composta por Sinval Silva, um de seus compositores prediletos, foi executada no carrilhão da Mesbla, no dia do cortejo fúnebre de Carmen.

"A Dama do Cabaré" (1936), de Noel Rosa
Registra o primeiro encontro de Noel Rosa com Ceci, o grande amor de sua vida. Com algumas liberdades poéticas: a moça, então com 16 anos, não fumava; nem poderia entornar champanhe no “soirée” porque ela não usava “soirée” naquela noite de São João. Composto em 1934, o samba foi gravado dois anos depois, por Orlando Silva, fazendo parte da trilha sonora do filme “Cidade Mulher”. A mesma festa e a mesma Ceci inspirariam Noel a fazer o que muitos consideram sua obra-prima, “Último Desejo”.

"Se Acaso Você Chegasse"  (1938), de Lupicínio Rodrigues e Felisberto Martins
Compositor único, Lupicínio Rodrigues lançou-se nacionalmente com este samba, feito praticamente de improviso, na calçada do Café Colombo, em Porto Alegre. Como de hábito, tinha inspiração num episódio de sua vida sentimental. Composto em 1936, só dois anos depois encontrou seu intérprete ideal, Cyro Monteiro, maior expressão do estilo sincopado, e talvez o cantor que melhor tenha sabido “dividir” um samba. Como fizera com Cyro, “Se Acaso Você Chegasse” ajudou a projetar o nome de outra intérprete maior, Elza Soares, que regravou a música em 1959.

"Acertei no Milhar"  (1940), de Wilson Batista e Geraldo Pereira
O sonho de ficar milionário com o jogo do bicho – 500 contos de réis era quantia espantosa em 1940 – inspira este samba de breque com letra escrita sob medida para as brincadeiras vocais de Moreira da Silva. O grande Wilson Batista, cujo centenário de nascimento comemora-se em 2013, é autor sozinho da peça. O não menos grande Geraldo Pereira, então em início de carreira, entrou na parceria só para “trabalhar” a música nas rádios.

"Antonico" (1950), de Ismael Silva
É um marco na linha evolutiva do samba, uma peça intimista feita pelo mesmo compositor que havia começado a revolução no gênero no final dos anos 1920. Uma revolução dentro da revolução. Note-se que toda vez que Caetano Veloso – que sugeriu a Gal Costa que regravasse a música – comete um samba há ecos de “Antonico” nele. Apesar de Ismael ter negado sempre a hipótese autobiográfica, é impossível não identificar o autor naquele que “toca cuíca, toda surdo e tamborim/ Faça por ele como se fosse por mim”.

"Agoniza, Mas Não Morre"  (1978), de Nelson Sargento
Marco da resistência cultural do gênero, este samba inspirou-se num drama familiar. Ao chegar a casa na Baixada Fluminense, depois de trabalhar como pedreiro na zona sul do Rio, Nelson Sargento encontrou a mulher muito mal de saúde. Os dias passaram, e ela nada de melhorar. Nelson suspirou e, já desalentado, murmurou: “Agoniza, mas não morre”. Na mesma hora, pegou o violão e compôs o clássico, gravado por Beth Carvalho. Em tempo: a mulher dele ficou boa.

    sábado, 18 de janeiro de 2014

    ARENA DAS DUNAS : 1° visita oficial dos jogadores e comissão técnica do ABC FC .

    Fui ao ABC FC esta tarde, vindo de Tabatinga , oportunidade em que aproveitei o percurso para fazer um PIT STOP ( beber água ) no CT do ABC FC . 

    Fui informado que jogadores + comissão técnica estavam visitando o ARENA DAS DUNAS.


    Seguem as fotos que estão no site abcfc.com.br


    CLIQUE EM CIMA 
    DA FOTO 
    QUE A IMAGEM AUMENTA 
    DE TAMANHO.
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    Fotos: ABC Futebol Clube

    sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

    POSTER DO ABC FC 1983 devidamente corrigido quanto aos nomes .

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    A) OS NOMES FORAM REVISADOS e FINALMENTE O POSTER  (acima) ESTÁ CORRETO. Arte de Paulo Jorge Rodrigues Silva/Cataguazes.

    B) Correção feita após o reencontro dos atletas de 1983 : Joel, Alexandre Mineiro e Dedé de Dora ( janeiro de 2014 ).

    C) O POSTER ABAIXO CONTÉM ERROS, MAS O DE CIMA ESTÁ 100% REVISADO E 100% CORRETO.

    FM 87.9 de NATAL . ENTREVISTA do ex-zagueiro ALEXANDRE MINEIRO ao repórter Marcos Aurélio .

    sábado, 11 de janeiro de 2014

    ALEXANDRE MINEIRO, fotos de sua visita ao ABC 30 anos depois de sua partida.

    Informo aos leitores que é só clicar em cima da foto que a imagem aumentará
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    Imagens captadas através de máquina SONY 13.6 megapixels. 
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    Autor de todas as fotos : Leonardo / MUSICADOGOL
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    Édson , Alexandre e Joca (roupeiro do ABC FC desde 1970 ).

    Édson, Joca e Alexandre na parte externa do vestiário do ESTÁDIO FRASQUEIRÃO. Os ex-zagueiros e o roupeiro Joca ( funcionário do ABC desde 1970 ) 

    Édson e Alexandre relembrando os velhos tempos. MOMENTO DE SUBIR AS ESCADAS e entrar em campo..

    Édson e Alexandre .
    Informo aos leitores que é só clicar em cima da foto que a imagem aumentará. 
    MATANDO A SAUDADE ... Alexandre e Édson no gramado.

    NA MORAL ! Édson e Alexandre no gramado do C.T. 
    Informo aos leitores que é só clicar em cima da foto que a imagem aumentará. 
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    Imagens captadas através de máquina SONY 13.6 megapixels.

    No CANAL 25 da NET ( TV NOVA RN ).

    Portaria do JORNAL TRIBUNA DO NORTE.
    Informo aos leitores que é só clicar em cima da foto que a imagem aumentará. 
    Portaria do JORNAL TRIBUNA DO NORTE.

    O repórter Everaldo Lopés e o Alexandre / REDAÇÃO do JORNAL TRIBUNA DO NORTE.

    O fotógrafo prepara a máquina para captar imagens. Alexandre Gurgel aguarda autógrafos em sua camisa.

    Édson, Everaldo Lopes (de boné) e Alexandre Mineiro.
    Informo aos leitores que é só clicar em cima da foto que a imagem aumentará. 
    Alexandre Mineiro e Rui Barbosa ( Presidente do ABC FC em 1983 ).

    Dois Alexandres + Édson = ALVINEGROS CAMPEÕES .

    Na calçada do JORNAL TRIBUNA DO NORTE.

    Alexandre Mineiro na LOJA DO ABC FC. 
    Informo aos leitores que é só clicar em cima da foto que a imagem aumentará. 


    MOMENTO WHATSApp
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    TODAS AS FOTOS postadas abaixo ( num total de 14 ) são do reencontro realizado no FAROL BAR.
    Joel, Alexandre e Marinho Apolônio.

    Presente de Rubinho para Alexandre.

    Presente de Alexandre para Rubinho.
    Informo aos leitores que é só clicar em cima da foto que a imagem aumentará. 
    Alexandre Mineiro e o uruguaio Danilo Menezes (que jogou no Vasco da Gama, Nacional de Montevidéu e ABC FC)  .

    Mais uma foto de Alexandre e Danilo Menezes. 


    Alexandre, Joel Celestino e Rubinho.

    Alexandre, Joel Celestino e Rubinho.
    Informo aos leitores que é só clicar em cima da foto que a imagem aumentará. 
    Três OBSERVAÇÕES :
    1°) Organizei o reencontro, mas não fiquei em razão dos compromissos profissionais já agendados. Cheguei, recebi a turma e sai para trabalhar. 
    Só retornei no finalzinho da tarde. 

    2°) O bom foi que retornei com o poster do ABC FC ( que circula na internet ) . Constatei que fiz uma ótima surpresa ! Todos se  LEVANTARAM PARA CONTEMPLAR A FOTO DA REVISTA PLACAR  de 1983. 

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    3°) Fiz questão de passar um escaner no poster e pedi para a gráfica imprimir tal doc. duas vezes maior (em relação ao original ). 


    Veja só o olhar fixo de JOEL para o poster do ABC FC. Acho que  fez uma rápida volta ao passado... 
    No poster temos o 
    ELENCO CAMPEÃO POTIGUAR  de 1983 com 
    os feras : Alexandre Mineiro, Joel Celestino, Dedé de Dora, Marinho Apolônio e tantos outros que estão na 
    HISTÓRIA DO TIME DO POVO 
    do Rio Grande do Norte.

    Informo aos leitores que é só clicar em cima da foto que a imagem aumentará. 

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    ADENDO: 
    SEGUINDO O CONSELHO 
    DE PAULO JORGE BRANDÃO, 
    amigo de Alexandre Mineiro, 
    ADICIONEI O POSTER 
    DA REVISTA PLACAR de 1983 ( veja abaixo ).
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    Informo aos leitores que é só clicar em cima da foto que a imagem aumentará. 


    OBSERVAÇÃO IMPORTANTE
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    O POSTER acima CONTÉM ERROS quanto aos nomes de 3 jogadores.
    É bom informar que o poster abaixo está devidamente corrigido mediante informação 
    de Joel Celestino, Dedé de Dora, Alexandre Mineiro e Marinho Apolônio.
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