segunda-feira, 14 de julho de 2014

Campeãs da Copa

Sara Brandner e Evangelina Anderson: duelo de peso

MARTHA ESTEVES / O DIA
Rio - Num duelo de beleza entre Sara Brandner, namorada do
craque alemão Bastian Schweinsteiger, e Evangelina Anderson,
mulher do argentino Demichelis, dá empate.





Sara Brandner tem feito sucesso na Copa. Por que será?
Foto:  Reprodução Internet
Não importa quem levou o título para casa, os dois já estão
de parabéns. O perdedor terá um consolo e tanto.




Evangelina Anderson deve saber como consolar
Demichelis em caso de derrota

Foto:  Reprodução Internet
Evangelina Anderson deve saber como consolar
Demichelis em caso de derrota
Foto:  Reprodução Internet
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FONTE :
MARTHA ESTEVES / O DIA

sexta-feira, 11 de julho de 2014

INUSITADO : ... SE a Argentina vencer a final, esposa de Romero 'emprestará' goleiro a Rihanna... VERDADE ? SIM, mas depois Eliana Guercio voltou atrás e disse NÃO.




O goleiro argentino Sergio Romero comemora após defender um dos pênaltis batidos pela Holanda - FABRIZIO BENSCH / REUTERS

 Rihanna ( foto : reprodução ).


Não passou de uma brincadeira a história que a mulher do goleiro argentino Sergio Romero, Eliana Guerico, o emprestaria à cantora Rihanna por uma semana caso a Argentina seja campeã da Copa do Mundo. Em entrevista ao canal de TV “El Trece”, a ex-modelo explicou quer era apenas uma piada e que não seria maluca de emprestar o seu marido.

– Nem louca deixo o Sergio com a Rihanna. Se deixasse, eu ficaria sem marido e ninguém fica sem um (marido). Era uma piada, nem louca deixaria – afirmou a loira no programa ao vivo.

Tudo começou quando Rihanna tuitou que “Romero estava no ponto”, no dia 21 de junho. A frase foi interpretada como um elogio à beleza do argentino, algo que Eliana Guerico, claro, não reclamou. Foi nessa ocasião que a mulher do arqueiro brincou com o empréstimo. Mas depois da repercussão, a argentina tratou logo de encerrar o assunto. Não empresta o marido e ponto final.

FONTE: o texto acima é do extra.globo.com/


A ex-modelo Eliana Guercio, esposa do goleiro Romero
A ex-modelo Eliana Guercio, esposa do goleiro Romero Foto: Juan Mabromata / AFP


Brasil, decime qué se siente' . LETRA + VÍDEO YOU TUBE . Canção de 'Maradona maior que Pelé' foi 'ensinada' a argentinos um dia antes da estreia na Copa .

Brasil, decime qué se siente'

Brasil, decime qué se siente (Brasil, me diz o que você sente)
Tener en casa tu papá (Tendo teu papai (líder) em casa)
Te juro que aunque pasen los años (Juro que mesmo com o passar dos anos)
Nunca nos vamos a olvidar (Nunca vamos esquecer)
Que el Diego te gambeteó (Que Diego te driblou)
Que Cani te vacunó (Que Caniggia te dominou)
Estás llorando desde Italia hasta hoy (Que está chorando da Itália até hoje)
A Messi lo vas a ver (Vocês verão Messi)
La Copa nos va a traer (E ele vai trazer a taça)
Maradona es más grande que Pelé (Maradona é melhor que Pelé)

Esta música é da torcida do BOCA JUNIORS em "homenagem" ao rival RIVER PLATE
River decime que se siente haber jugado el Nacional. 
Te juro que aunque pasen los años, nunca lo vamos a olvidar. 
Que te fuiste a la B, quemaste el Monumental, 
esa mancha no se Borra nunca maaaas!! 
Che gallina sos cagon, le pegaste a un jugador, 
que cobardes los Borrachos del tablón

Brasil, decime qué se siente' , é apenas uma nova roupagem.

O texto abaixo é de autoria da jornalista Marcia Carmo
De Buenos Aires para a BBC Brasil

Amigos argentinos que compuseram 'Brasil, decime qué si siente' (Arquivo Pessoal)
'Nossa intenção foi a diversão, dentro do que é o
futebol. Nada de provocação'
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A música com o refrão "Maradona é maior que Pelé", que "viralizou" entre os torcedores argentinos nos estádios brasileiros, foi criada por um grupos de oito amigos e "ensinada" à torcida um dia antes da estreia da Argentina na Copa.
"Nós queríamos apoiar a seleção e primeiro pensamos em coisas básicas como vestir camisetas, bonés e levar bandeiras para o Brasil", contou à BBC Brasil Ignacio Harraca, de 30 anos, um dos criadores. "Mas depois pensamos e 'por que não criar uma música?'".
Os "hinos" dos torcedores da seleção argentina até então, segundo Harraca, eram os tradicionais Vamos, Vamos Argentina e O que não salta (pula) é inglês (uma referência a outros rivais dos argentinos, os britânicos, por causa da disputa pelas Ilhas Malvinas (Falklands, para os britânicos), em 1982.
Os oito amigos dos tempos da escola então se reuniram e criaram Brasil, decime qué si siente (Brasil, diga-me como se sente), sobre a melodia e ritmo da canção Bad Moon Rising, do grupo americano Creedence Clearwater Revival - que já era bastante usada pelas torcidas de clubes locais.
O mais conhecido da música acabou sendo o refrão, que faz graça com a eterna discussão sobre quem é melhor, Maradona ou Pelé.
"Nossa intenção foi a diversão, dentro do que é o futebol. Nada de provocação. Como os brasileiros dizem que Pelé é melhor que Maradona achamos que esse seria um bom refrão", contou Harraca.

Posto 4

O caminho para levar a música à boca dos torcedores não foi fácil.
Em Buenos Aires, pouco antes do Mundial, eles tentaram propagar a letra que compuseram, mas não encontraram interessados na criação.
Fã argentino (BBC)
Torcedores argentinos costumam usar fantasias em partidas.
 Este, estava com máscara de Maradona em BH
Eles tiveram a ideia de imprimir cerca de 400 panfletos com a letra, colocaram tudo na mala e viajaram para o Rio de Janeiro, onde sua seleção estreou contra a Bósnia no Maracanã, no dia 15 de junho.
"Lemos nas redes sociais que o ponto de encontro dos argentinos seria no sábado (14), um dia antes do jogo, no Posto 4, em Copacabana."
Eles chegaram ao Posto 4, de Copacabana, naquele sábado, achando que haveria poucos torcedores no local. "Chegamos a pensar que estaríamos entre os poucos que leram a informação, que não sei de quem partiu no Twitter, mas quando chegamos lá era uma multidão".
Eles distribuíram os panfletos e "cada vez que havia um silêncio entre uma música e outra, cantávamos a nossa letra", contou Harraca.
Segundo ele, aos poucos, outros passaram a cantar já com os folhetos na mão.
A moda pegou. Os torcedores argentinos no Brasil cantam a música dentro e fora dos estádios da Copa.
A "canção" virou assunto de reportagens da imprensa argentina e brasileira e estourou de vez com a divulgação de vídeos "virais" de jogadores da seleção argentina cantando a música no vestiário depois das partidas.
Em Buenos Aires e em outras cidades do país, esse é o hino das torcidas em cada jogo da Argentina.
"(Mas) foi uma música para essa Copa e não achamos que irá muito além disso", disse Haraca.

FEITA NO CHUVEIRO 
A letra teve início enquanto um dos integrantes do grupo estava no chuveiro em casa, como contaram à imprensa local. Ex-alunos do colégio Manuel Belgrano, na cidade de Buenos Aires, os criadores do hit são administradores de empresas, advogados e especialistas em finanças.
"Nenhum de nós é músico e estamos surpresos de como essa música pegou", disse Patrício Scordo, um dos oito amigos, à uma rádio argentina.
As torcidas na Argentina são famosas pela sua organização. Elas inventam letras para seus clubes de futebol, levam cartazes com frases irônicas para a arquibancada e, dependendo da situação, até se fantasiam - como a batina similar a do Papa Francisco, o ex-cardeal de Buenos Aires Jorge Bergoglio.
Na capital argentina é comum que no dia seguinte a um jogo entre, por exemplo, Boca Junior e River Plate, surjam cartazes nos muros provocando o perdedor da partida

FONTE : http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias
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. . A MELODIA é a mesma. Observa e compare as letras ( no início da postagem ).
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 Torcida do Brasil responde em música ELOGIANDO PELÉ .

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Brasileiros usaram a melodia da canção provocativa dos hermanos lembrando que Pelé tem mais Copa do que eles.

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Durante toda a Copa do Mundo, a torcida da Argentina cantou a música "Decime qué se siente" ( me diz como se sente) provocando a Seleção Brasileira. No último sábado (12), a torcida brasileira mudou a letra da canção, lembrando que os hermanos que Pelé tem mais MUNDIAIS do que eles.

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Confira a letra e o vídeo da resposta da torcida brasileira: 
Argentina me diz: como se sente?
Ver de longe cinco estrelas a brilhar!
Te juro ainda que os anos passem
Você nunca vai me alcançar
Cinco Copas só eu tenho
E sem trapacear 
'Mi papa' não se dopou para jogar
Uma coisa mais te digo
Para nunca se esquecer:
O Pelé tem mais Copas que você!

quinta-feira, 10 de julho de 2014

O UOL Esporte reuniu sete recomendações para o BRASIL.

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O desastre no Mineirão que engoliu o Maracanazo, de 1950, do histórico de fracassos do futebol brasileiro abriu discussão mundial sobre o que levou a seleção brasileira ao abismo escancarado pela Alemanha, na goleada por 7 a 1 pela semifinal da Copa do Mundo. A derrocada do time de Luiz Felipe Scolari resultou em uma série de análises que, compiladas, servem para apontar diferentes temas de debate sobre o que CBF, clubes e até o poder público fazem pelo futebol no Brasil.
UOL Esporte reuniu sete recomendações entre algumas publicações de todo o mundo, veiculadas após a eliminação da seleção brasileira. E todas partem de um princípio: o maior vexame da história do futebol brasileiro torna obrigatória a iniciativa por mudanças.

1. Boom econômico? Falta saber aproveitar
O futebol brasileiro percebeu no fim de 2008 – há quase seis anos – que entraria em outro patamar econômico. Corinthians e Ronaldo abriram as portas para uma nova era no país, que se seguiu com significativo aumento nas verbas de TV e publicidade. Consequentemente, os clubes passaram a gastar mais e, nos últimos dois anos, os maiores do país passaram a pagar no mesmo nível de grandes europeus. E não serviu para nada, estruturalmente. É o que escreve o jornalista inglês Tim Vickery, na BBC. A derrota no mineirão derruba o escudo do passado, com o qual o futebol brasileiro se protege há anos. O imenso investimento de clubes em nomes badalados, caríssimos para contratar e manter, tirou espaço de investimento na raiz do esporte e – pior – nem fez com que o Brasil tivesse supremacia no continente. "Essa diferença não é difícil de ser detectada quando se assiste à Copa Libertadores, torneio continental equivalente à Liga dos Campeões", exemplifica a publicação – não há qualquer clube brasileiro na semifinal do torneio em 2014. Cruzeiro, o melhor, caiu nas quartas.
2. Alemanha fez revolução de base a partir de fracasso
Não foi um vexame como o do Mineirão, mas em 2000 a Alemanha viu uma geração experimentar o total fracasso ao cair na primeira fase da Eurocopa, com duas derrotas em três jogos. O episódio se tornou marco para uma revolução no futebol alemão. "Clubes na primeira e na segunda divisão foram avisados para implementar categorias de base como parte da reorganização da estrutura do futebol nacional. A ideia era ter certeza que a próxima geração de jogadores alemães fosse melhor que a última. Ano a ano, as novas gerações foram equipadas com ferramentas técnicas e cognitivas que vimos desmontar o Brasil no Mineirão", cita artigo publicado no site da revista norte-americana Slate, assinado por Ken Early.
O mesmo foi dito por Julio Gomes em seu blog no UOL Esporte. A Alemanha não venceu por acaso. "A geração alemã que está na final da Copa é basicamente a primeira fornada de algo planejado. Não tem "geração alemã'', não tem "sorte''. Tem trabalho".

3. Além de jogadores, é preciso formar professores
A reforma no futebol brasileiro, a partir do Mineirazo, não pode ficar restrita a uma revolução na base de formação de atletas. O Brasil precisa formar melhores treinadores de futebol. No jornal "O Globo", Carlos Eduardo Mansur cita a disparidade entre o que se ensina de futebol no Brasil e o que se ensina em países como Espanha e Alemanha, nos últimos anos. "Em grande parte, também, pelas limitações de nossos formadores, nossos professores. Falta-nos sofisticação para entender o jogo que se pratica hoje. Questão de cultura, estudo, intelecto".
4. Camisa não ganha jogo
O pragmatismo do futebol brasileiro se sustentou mesmo com os fracassos nas Copas de 2006 e 2010 porque o talento individual de jogadores como Ronaldo, Ronaldinho, Kaká e Neymar serviu como muleta. A impressão de que camisa – com cinco estrelas acima do símbolo da federação nacional – ganha jogo, pulverizada por um 7 a 1 sofrido pelo Brasil jogando em casa. Na "Folha de S. Paulo", Antonio Prata cunhou o termo "seleção a capela" e escreveu: "Que seja para passarmos a acreditar menos na mágica e mais no trabalho, no treino, no planejamento, enfim, nessa coisa chata chamada realidade".
No jornal "Lance", Eduardo Tironi tratou do mesmo tema. Além da necessidade de parar de se acreditar na camisa, é preciso esquecer qualquer ideia que valorize a superação pelo sofrimento, e não o planejamento. "Temos a chance de enterrar um dos maiores males que brotou em nossos campos em tempos recentes: a ideia de que o melhor e muitas vezes único caminho para o triunfo passa obrigatoriamente pela superação e pelo sofrimento", escreve.
5. Jogar feio não é o caminho
O Brasil fugiu de sua própria identidade nos últimos anos e chegou à Copa de 2014 completamente distinto de sua natureza. A rede alemã Deutsche Welle (DW) apontou detalhes do time de Luiz Felipe Scolari para justificar a transformação completamente equivocada. "Vencer jogando feio, muitos sentiram, seria o caminho do Brasil para vencer o sexto título da Copa do Mundo. Essa abordagem não-brasileira não foi tão evidente em qualquer outra situação quanto nas quartas de final contra a Colômbia quando se decidiu distribuir punição contínua ao destaque James Rodríguez", destacou artigo assinado por Jefferson Chase.
O espanhol "El País" publicou artigo de opinião argumento sob a mesma base. "É o país do qual saíram Pelé, Garrincha, Tostão, Gerson, Sócrates, Falcão e Zico, gênios que levitavam sobre os campos de futebol e manejavam a bola como um ponto leve de luz. Em seus lugares, Scolari e seus ajudantes construíram uma equipe de estivadores baseados na pancada e na defesa".
Além de apontar que o jogo feio praticado pela seleção brasileira atual não é o caminho para o sucesso, a antítese, como a Alemanha de 2014 e a Espanha de 2010, revelam-se o contrário. No "Estado de S. Paulo", Antero Greco mostra que os alemães, um dia estereotipados pelo futebol duro e sem tanta técnica, agora são modelo. Situação inversa à de três décadas atrás. "Depois de 2002, o futebol daqui parou, sentou no trono da soberba, ficou na janela a ver a banda passar. E a banda tocou em outra freguesia, com maestria e afinação", escreve. Na "Folha", é acompanhado por Paulo Vinícius Coelho e Tostão, que enxergam no desastre o grande momento da história para resgatar o futebol brasileiro de outras épocas.
6. A reação sob pressão
Não é apenas o choro. Mas a tal "pane geral", tão falada por Felipão e outros, não acontece por acaso. A seleção demonstrou total descontrole e incapacidade de concentração para reverter uma situação quando percebeu que existia a chance do sonho do título da Copa do Mundo em casa não se concretizar. Jogadores e treinador transformaram uma derrota parcial no pior cenário possível. É o que escreveu Barney Ronay no britânico "The Guardian". "Jogadores parecem ter fomentado uma histeria coletivia entre eles", cita a publicação, que fala em diversos momentos sobre flagrantes de um grupo emocionalmente fragilizado.
7. Que se mexa no topo da pirâmide

A Alemanha que venceu por 7 a 1 não fez só uma reforma na formação de jogadores e na qualificação de treinadores de base. Mudou, também, a forma de tratar seus dirigentes. E foi a partir da Copa de 2006, sediada no país. "Se o cartola da CBF falou em ir para o inferno em caso de derrota, esperemos que de lá ele não volte e que os que ficarem por aqui entendam que a derrota tem de servir para fazer desta merecida lição a base para novos tempos, como os alemães fizeram depois da Copa deles, em 2006, no saneamento das finanças dos clubes, na presença dos torcedores nos estádios, na execução do jogo limpo e bonito e na punição aos corruptos, porque corruptos também há por lá, mas punidos sempre que pegos, como aconteceu com o presidente do Bayern de Munique", escreveu Juca Kfouri, na "Folha de S. Paulo"
FONTE: UOL
http://copadomundo.uol.com.br/noticias/redacao/2014/07/10/7-recomendacoes-do-mundo-para-o-futebol-brasileiro-apos-o-mineirazo.htm#fotoNav=39

terça-feira, 8 de julho de 2014

Queda gradativa da média põe em xeque possível recorde de gols na Copa .



Matthias Hangst/Getty Images
Alemanha venceu a França pela vantagem mínima nas
 quartas de final. Gols diminuíram.
Van Persie comemora o quarto gol da Holanda contra a Espanha, na Arena Fonte Nova, em Salvador
Van Persie faz o quarto gol da Holanda contra a Espanha, na 
Arena Fonte Nova, em Salvador (Jeff Gross/Getty Images)
Durante a fase de grupos da Copa do Mundo, cogitou-se a possibilidade de a 20ª edição ser a que mais balançou as redes em toda a história do torneio. A marca histórica, porém, pode não ser alcançada devido à queda da média de gols no mata-mata em relação à fase de grupos.
Na primeira fase os 136 gols colocaram a competição em 2014 entre as mais recheadas, com a incrível média de 2,83 comemorações por jogo. Mas os duelos seguintes diminuíram drasticamente o número de redes balanças e nem a Arena Fonte Nova, marcada por muitas bolas na rede no início da Copa, deu conta de manter em alta a média, que no mata-mata até aqui foi de 1,91 gol por partida.
Se a tendência for mantida, o Mundial disputado no Brasil não assumirá o posto de mais produtivo entre todas as edições. O ranking é liderado pela Copa disputada na França, em 1998, a primeira a ser disputada no atual formato com 32 seleções. Na ocasião, o torneio vencido por Zidane e companhia teve 171 gols anotados. Na atual edição, com quatro jogos restantes, foram 159 gritos de gol em solo verde e amarelo. A rodada inicial do Mundial empolgou os torcedores com 49 gols marcados, com média de 3,06 em cada um dos 16 jogos disputados. O número foi impulsionado pelas goleadas de Holanda e Alemanha sobre Espanha e Portugal, respectivamente, mas as estatísticas seguintes caíram gradativamente.
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A segunda rodada apresentou leve queda na quantidade de gols: 45 foram anotados e a média, assim, passou a 2,8 barbantes balançados por partida. Na terceira, a fase de grupos foi decidida por 42 tentos, com média de 2,6 comemorações por duelo. Durante as oitavas de final, o equilíbrio dos cinco jogos resolvidos após o tempo regulamentar também influenciou na quantidade de bolas na rede.
Em oito encontros válidos pela primeira fase do mata-mata, apenas dois não foram decididos pela diferença mínima de um gol (Colômbia sobre o Uruguai e França sobre a Nigéria). Dos jogos restantes, cinco foram à prorrogação e dois aos pênaltis, exemplificando a igualdade das forças. Os 18 gols anotados deixaram a média da rodada em 2,25 por partida.
Os duelos das quartas de final foram ainda menos produtivos, dando continuidade à diminuição dos gritos de gol. Apesar das fortes emoções em todos os jogos, a brazuca ultrapassou a linha apenas em cinco oportunidade, 1,25 vez por partida. Assim, para a Copa disputada no Brasil virar "artilheira", é preciso que Brasil, Alemanha, Holanda e Argentina façam a festa da torcida ao menos 12 vezes nos quatro embates restantes.
FONTE : GAZETA .

Dante e Schweinsteiger se falam quase todo dia por telefone





Dante e Schweinsteiger comemoram título da Liga dos
Campeões da Europa de 2013 
( FOTO : REPRODUÇÃO ).

Reserva durante toda a Copa do Mundo, Dante vai fazer sua estreia às 17h desta terça-feira, em plena semifinal do Mundial, no Mineirão. Quis o destino que o adversário fosse a Alemanha, país onde joga desde 2009. E um de seus adversários em campo será um grande amigo: Bastian Schweinsteiger.
“Temos uma relação de respeito e admiração bem legal, tanto que nos falamos quase todos os dias, mesmo durante a Copa”, reconhece o zagueiro brasileiro, que herdará a vaga do suspenso Thiago Silva nesta tarde.
Dante e Schweinsteiger atuam juntos desde 2012, quando o baiano trocou o Borussia Mönchengladbach pelo Bayern de Munique, onde é sempre escalado entre os 11. Além de Schweinsteiger, outros cinco titulares da seleção alemã também vestem a camisa do Bayern.
As conversas entre o zagueiro e o meia ocorrem por telefone, via Whatsapp. “O Bastian vive me mandando fotos dos lugares que conheceu aqui no Brasil. E está apaixonado pelo povo, pelas cidades, pelas paisagens…”, revela Dante.
Desde que desembarcaram no país, no mês passado, os alemães fixaram sede na cidade de Santa Cruz de Cabrália, na Bahia. De lá, foram para Salvador, Recife, Fortaleza, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Na campanha até a semifinal, venceram Portugal (4 a 0), EUA (1 a 0), Argélia (2 a 1) e França (1 a 0), além de empatarem com Gana (2 a 2)

FONTE : JORGE NICOLA

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Locutor argentino diz que Neymar não amarra a chuteira de Messi.







FOTO = REPRODUÇÃO

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O locutor argentino Alejandro Fantino, um dos mais famosos do rádio e TV local, se empolgou tanto na narração dos dois gols do Messi que chegou a gritar que Neymar “não amarra a chuteira” do atacante portenho na comparação entre os dois.


Neymar no te atas ni los cordones de Lionel [Neymar não amarra nem as chuteiras de Lionel Messi]“, bradou Fantino após o primeiro gol de Messi na vitória sobre a Nigéria por 3 a 2.

No segundo gol de Messi, Fantino se empolgou ainda mais: “Escucha Pelé, escucha Pelé: o mais grande do mundo. Escucha Neymar, escucha Neymar, atas los cordones de Messi. Argentina 2, Nigeria 1. Lionel Messi. [Escuta Pelé, escuta Pelé: o maior do mundo. Escuta Neymar, escuta Neymar, amarre as chuteiras de Messi. Argentina 2, Nigeria 1. Lionel Messi".

Messi marcou até agora quatro gols nesta Copa e, além de estar empatado com Neymar na artilharia da competição, foi o segundo jogador a marcar em todos os jogos que disputou até aqui - igualando o colombiano James Rodriguez. Ele é o líder da Argentina que tem 100% na primeira fase do Mundial.

Um dos duelos mais aguardados desta Copa entre Messi e Neymar só poderá acontecer na final, já que Brasil e Argentina terminaram em primeiro lugar nos seus respectivos grupos (F e A) e estão de lados diferentes da chave eliminatória do Mundial.


Confira como foi a narração do primeiro gol de Messi:.
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Confira ( abaixo) como foi a narração 
do segundo gol de Messi:
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FONTE : Renan Prates


segunda-feira, 23 de junho de 2014

CLASSIFICAÇÃO Copa 2014 .... O que cada seleção precisa fazer para avançar na Copa do Mundo

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VOCÊ está fazendo as contas do que cada seleção precisa fazer na última rodada para se classificar para a segunda fase? Pois é, pensamos nisso e resolvemos mostrar os cenários para os que ainda têm chances de seguir na competição. Confira abaixo, grupo por grupo:
Grupo A
Brasil – Uma simples vitória ou empate contra Camarões garante a classificação e a primeira colocação do grupo. Em caso de derrota para os Leões Indomáveis, os brasileiros precisam torcer para uma vitória mexicana ante a Croácia e se contentar com a segunda colocação do grupo. Em caso de vitória croata, o Brasil também avança.
México – Uma simples vitória ou empate contra a Croácia garante os mexicanos nas oitavas de final. Para garantir a liderança do grupo, precisam torcer para um empate na partida do Brasil contra Camarões. Uma derrota para os croatas acaba com o sonho mexicano.
Croácia – Uma vitória contra o México. Em caso de empate, os croatas precisam torcer para uma derrota brasileira. Para ficar com a ponta do grupo, um empate canarinho já é suficiente.
Camarões – Está eliminado da Copa do Mundo.


Grupo B
Holanda – Os holandeses precisam de um empate contra o Chile para garantir a ponta do grupo. No mais, já estão classificados para a segunda fase.
Chile –Os chilenos precisam vencer a Holanda para garantir a primeira posição do grupo e já estão classificados para a segunda fase.
Austrália – Está eliminada da Copa do Mundo
Espanha – Está eliminada da Copa do Mundo.



Grupo C
Colômbia – Está classificada e só perde a ponta do grupo se for goleada pelo Japão e Costa do Marfim vencer sua partida.
Costa do Marfim  - Um empate ou uma vitória diante dos gregos e está nas oitavas de final. Para ficar com a primeira posição da chave C, necessita golear a Grécia e torcer por uma derrota da Colômbia.
Japão  - Precisa vencer a Colômbia e torcer por um empate ou derrota da Costa do Marfim diante da Grécia. Já não é possível que os japoneses fiquem com a primeira posição do Grupo C.
Grécia – Precisa vencer a Costa do Marfim e torcer por uma vitória ou empate da Colômbia diante do Japão. Em caso de vitória do Japão, os gregos precisam garantir os três pontos e tirar a diferença no saldo de gol (-3 a -1).
 
Grupo D
Costa Rica – A surpresa da Copa do Mundo está classificada para a próxima fase. Para ficar com a primeira posição do grupo precisa vencer ou empatar com a Inglaterra
Italy – Precisa vencer ou empatar contra o Uruguai para garantir a classificação. Para ficar com a ponta do grupo, necessita dos três pontos e de uma derrota da Costa Rica.
Uruguai – É matar ou morrer contra a Itália. Os uruguaios precisam dos três pontos contra os italianos. Para ficar com a primeira posição do grupo, a Costa Rica tem de perder e a Celeste tirar a desvantagem de 4 gols no saldo.
Inglaterra – Está eliminada da Copa do Mundo.



Grupo E
França – Está 99% classificada. Vitória, empate ou derrota levam os franceses para a próxima fase como primeiros do grupo. Só estará desclassificada se for goleada pelo Equador e aSuíça atropelar Honduras.
Equador – Caso os equatorianos tenham o mesmo resultado da Suíça, eles estarão classificados. Uma vitória garante a vaga desde que a Suíça não atropele Honduras. Em caso de empate ou derrota, somente um tropeço dos europeus diante dos hondurenhos garante a vaga nas oitavas.
Suíça – Precisa vencer e torcer para que os equatorianos não repitam o mesmo resultado. Em caso de empate, terá de torcer para uma derrota dos sul-americanos para continuar viajando pelo Brasil.
Honduras – Os hondurenhos ainda não estão eliminados. Em caso de vitória contra a Suíça e derrota do Equador contra França, a equipe da América Central fica com a segunda vaga do grupo.



Grupo F
Argentina – Está classificada. Garante a primeira posição do grupo vencendo ou empatando com a Nigéria.
Nigéria – Em caso de vitória ou empate com a Argentina, os nigerianos estão nas oitavas de final. Caso sejam derrotados, precisam torcer para que os iranianos não vençam sua partida contra a Bósnia ou decidirão tudo no saldo de gols.
Irã – Precisa vencer a Bósnia e torcer para uma derrota da Nigéria diante da Argentina. Em caso de empate dos africanos, o Irã precisa tirar a diferença no saldo de gol que está em +1 a -1.
Bósnia – Está eliminada da Copa do Mundo.



Grupo G
Alemanha – Para garantir a primeira posição do grupo, pode empatar com os Estados Unidos.
Estados Unidos – Se quiser ficar com o primeiro posto, precisa ganhar por três gols de vantagem da Alemanha.
Gana – Precisa vencer Portugal por dois gols de vantagem e torcer por uma vitória alemã sobre os Estados Unidos se não quiser ficar de fora da Copa.
Portugal – Estará eliminado se não vencer Gana por pelo menos três gols e ainda torcer por uma vitória da Alemanha sobre os Estados Unidos. Uma goleada alemã serve para diminuir a dificuldade da missão.




Grupo H
Bélgica – Está classificada. Se quiser manter o primeiro lugar, basta empatar com a Coreia do Sul.
Coreia do Sul – Precisa vencer a Bélgica por mais de três gols de vantagem e ainda torcer para que Rússia e Argélia empatem, para se classificar.
Rússia – Precisa vencer a Argélia por mais de dois gols de vantagem e torcer para que a Coreia não vença a Bélgica, para se classificar.
Argélia –Uma vitória diante da Rússia, por qualquer placar, significa a classificação para a segunda fase