segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Lionel Messi é o melhor do Mundo, mas Cristiano Ronaldo ainda vale mais.

FOTO(acima)= autor desconhecido.
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O texto (abaixo) é de autoria dos jornalistas Paulo Jorge Pereira e Marta Talhão

Português obtém vantagem nos rendimentos e atrai mais marcas. Argentino faz História ao igualar Michel Platini com três triunfos seguidos.

"Ficarei muito feliz se me juntar a Michel Platini, o único jogador a conquistar três vezes seguidas o troféu Bola de Ouro": Lionel Messi disse-o em entrevista à "France Football" a 1 de Novembro do ano passado. Ontem, na gala da FIFA para distinguir o melhor do Mundo, a vontade anunciada concretizou-se e Platini estava no palco com o brasileiro Ronaldo, a quem coube anunciar o nome do argentino. Além de Messi, que venceu com 47,8% dos votos contra 21,6% de Ronaldo e 9,2% de Xavi, a cerimónia consagrou o Barcelona em toda a linha como se esperava - Guardiola sucede a Mourinho como melhor técnico mundial, na equipa do ano a maioria é catalã.

"É um prazer muito grande ganhar este prémio pela terceira vez", referiu Messi. "Agradeço a quem votou em mim e à equipa, sem a qual seria impossível vencer. E tu também o mereces", disse o argentino, dirigndo-se a Xavi. "Partilho este troféu com Ferguson e Mourinho, é uma honra ser companheiro de profissão dos dois", agradeceu Guardiola. "Para mim é um privilégio fazer parte da história do Barcelona e dedico o prémio aos apaixonados por este desporto que há 100 anos trabalham no clube."

No duelo entre Ronaldo e Messi, a superioridade em campo ainda não é acompanhada pelos rendimentos - neste aspecto, o madeirense continua a valer mais. "Tendo em conta, por exemplo, a lista dos desportistas mais bem pagos de 2010 publicada pela revista Forbes, Ronaldo somou 35,8 milhões de dólares contra 27 milhões de Messi, um na 13ª posição, o outro em 27º lugar. No fundo, a lógica é semelhante ao que divulgámos sobre Mourinho e Guardiola", defende Daniel Sá, líder do IPAM de Porto e Aveiro. "Não creio que Ronaldo seja ultrapassado nesta questão, a não ser que sofra uma lesão grave."

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FONTE: ECONÓMICO / PORTUGAL ( Paulo Jorge Pereira e Marta Talhão).
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